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Confira dicas de segurança para andar de moto

Andar sobre duas rodas é uma tarefa que exige do motociclista atenção redobrada. A segurança para esse tipo de veículo é fundamental para evitar riscos de acidentes nas ruas. Segundo dados da CET-SP (Companhia de Engenharia de Tráfego), no ano passado, morreram só na cidade de São Paulo cerca de 400 motociclistas.

Confira algumas dicas de segurança para quem anda de moto nas grandes cidades, organizadas pelo Webmotors. Algumas das orientações fazem parte da legislação e são seguidas por boa parte dos motociclistas. Assim mesmo, reforçar uma mensagem de segurança no trânsito é sempre importante, ainda mais quando estamos tratando de veículos de duas rodas.

Habilite-se e faça cursos:
Apesar de não ser suficiente, a habilitação exigida pelas autoridades ajuda os iniciantes a se acostumarem com a motocicleta. É importante também participar de cursos de pilotagem defensiva oferecidos por concessionárias, seguradoras e associações. As técnicas ajudam e muito a tornar a pilotagem defensiva e segura;

Não ande nos “pontos cegos” entre os carros:
Passar pelo ponto cego, onde o motorista não consegue vê-lo por conta da posição do retrovisor, é inevitável mas evite trafegar em velocidade constante posicionado próximo às colunas dos veículos, onde o motorista não conseguirá ver a moto.

Use equipamento de segurança:
O capacete é essencial, mas não suficiente. Use luvas, roupas e calçados apropriados que podem amortecer quedas e proteger o piloto. Sandálias, chinelos ou saltos plataforma não são apropriados.

Pilote sóbrio:
Nunca ingira bebidas alcoólicas ou use outras drogas como remédios fortes ou estimulantes de qualquer tipo quando for pilotar;

Pilote de acordo com seus limites:
Não pilote mais rápido ou por muito mais tempo do que permitem suas habilidades. Evite pilotar (e dirigir) quando estiver cansado ou sob uma carga excessiva de stress;

Celular:
Não atenda o celular enquanto estiver pilotando a motocicleta, pois tira a concentração, além de deixar apenas uma das mãos no guidão, o que pode ocasionar graves acidentes.

Fique atento aos motoristas de automóveis:
Muitas vezes motoristas de carros não veem as motos e as fecham, ocasionando a queda do motoqueiro, o que traz graves conseqüências. Preste atenção o que está a sua volta. E não esqueça: Dispense o fone de ouvido.

Corredores entre os carros:
Reduza a velocidade ao passar entre os carros, isso pode livrar o motociclista de qualquer imprevisto, como buracos e até portas de carros, que se abrem. Outra dica é dar uma leve buzinada quando o transito está parado, para chamar a atenção dos demais motoristas;

Use as setas:
Sinalize suas intenções com muita antecedência. Isso também é uma exigência que está na lei;

Farol ligado:
É fundamental pilotar a moto com farol aceso mesmo durante o dia. O farol ligado não é só para o motorista ver melhor, mas também, para se tornar mais visível, não só aos olhos dos pedestres como para os dos outros motoristas.

Fonte: MOTO.com.br

Metzeler Maps para as suas viagens

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Se tem dificuldades em encontrar um percurso para uma viagem de moto, a Metzeler pensou em você e já disponibiliza através do site www.metzelermaps.com , um serviço que lhe irá facilitar a vida dos motociclistas.

O site permite ver ou encontrar percursos no mundo inteiro, de forma fácil e rápida, pois apenas necessita digitar uma palavra para iniciar uma pesquisa por percursos que já tenham sido inseridos no site. Além de poder procurar por local, você pode ainda procurar através de pesquisas tão distintas como o número de dias da viagem ou, o tipo de moto semelhante à sua. Após encontrar o percurso pretendido apenas precisa colocar as informações no seu GPS, e pode seguir viagem.

Se já encontrou a viagem perfeita para você e pretende que outros a conheçam, também pode colocar o percurso no próprio site site e também disponibilizar um conjunto de outras informações relativas aos locais por onde passou, incluindo fotografias.

O Metzeler Maps representa uma das melhores plataformas criadas especificamente para motociclistas e, o melhor, é que é totalmente gratuito de utilizar, é fácil de compreender as instruções.

Acesse: www.metzelermaps.com e veja você mesmo!

Problema resolvido na equalização da V-Strom 1000

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Para quem não agüentava mais o funcionamento da moto e as desculpas da concessionária dizendo que “esta moto é assim mesmo dando estouro na admissão ou buracos na retomada, nos temos a solução. Ela tem um erro de projeto de Injeção e por isso não tem funcionamento redondo com nada que se tente fazer em termos de equalização ou ajuste de mistura seja com Power Commander ou Yoshimura Fuel Injection Adjuster, e etc.

Falta uma pequena mangueirinha….. Incrível, mas é só isso mesmo!

O sensor MAP tem a mangueira de vácuo ligada somente no TBI (Corpo de Borboleta) do cilindro dianteiro.

Isso nunca vai ter vácuo estável para o MAP. Mesmo vendo uma Câmara de expansão de vácuo na mangueira.

O sensor MAP (Manifold Air Presure) mede a pressão do ar no coletor e com isso a ECU sabe calcular o volume de Ar que está entrando e consequentemente, calcular o volume de combustível através do tempo de injeção dos bicos (abertura). Este cálculo também depende da Temperatura do Ar Admitido (IAT) e da Rotação (RPM). É uma Estratégia de Tempo Base de injeção, batizada de “Speed Density” (MAP x RPM).

Tempo Base….. Ou seja, é a tabela básica de combustível. Um dos eixos de todas as tabelas é justamente a pressão aplicada ao coletor. E esta moto particularmente usa 2 Estratégias. A Speed Density para controlar as acelerações em baixa e parte da média e a Ângulo Rotação (TPS x RPM) para a segunda parte da média e alta. Então as fases mais afetadas são Marcha Lentas e baixas rotação. Por isso as motos morrem em lenta, tem buracos de aceleração, alto consumo, instabilidade de marcha lenta, falta de força em retomadas de baixo giro, etc. Pra piorar, quando elas apagam em lenta, dão uma “Tossida”, que é um contratempo do pistão que pega a válvula de Admissão aberta e volta o ar admitido pelo TBI, isso cospe fora a tampinha de borracha da tomada de vácuo. Pronto, além de sinal de MAP oscilando ainda aparece uma entrada de ar falso no TBI, pra ferrar de vez a mistura e o funcionamento.

Então a dica é, a colocação de uma mangueirinha a mais com um “ T ” (tezinho). É simples, corta a para o TBI dianteiro e a nova mangueira para o TBI traseiro.

Pra completar também se pode dar um “pente fino” acertando a mistura com o Reprogramador para Suzuki, de preferência com um Analisador de Mistura ligado na Sonda Lambda da moto. E claro a moto tem que estar com gasolina boa e manutenção em dia.

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Texto: Marcelo Panuncio – MP Racing

Prevenir para não remediar

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Há anos não chovia tanto no sudeste, mais precisamente em São Paulo. Para se ter uma ideia, o mês de janeiro de 2010 foi o mais chuvoso em 15 anos, segundo levantamento do Centro de Gerenciamento de Emergência (CGE) da prefeitura. A chuva acumulada ficou acima dos 419 milímetros. Muitos se perguntam o que quer dizer essa medição, e aí vai a resposta: cada milímetro corresponde a um litro de água por metro quadrado. Mistério resolvido, vamos para o que mais importa, as motos.

Chuva sempre requer uma pilotagem mais segura e o dobro de cuidado. Mas isso é conselho antigo, outros itens também devem receber igual ou maior atenção quando um aguaceiro começa a se formar no horizonte.

Tomás André Santos é consultor em integração de sistemas contábeis, especialista em limpeza e conservação de motocicleta, com mais de 4000 lavagens, e motociclista há mais de 35 anos, enumera alguns itens a serem seguidos.

O início da chuva
Seja fraco ou forte, o início da chuva é o momento mais crítico. Na pista, assim que começa a chover, formam-se misturas de água com resíduos de óleo, combustível e sujeira, que normalmente acabam pingando dos veículos. Essas misturas formam combinações muito perigosas e escorregadias, que comprometem totalmente a aderência dos pneus com o solo, que só será “lavada” pela própria chuva após alguns minutos de dilúvio.

Tome rapidamente suas decisões

É comum quando a chuva começa repensarmos nossa rota, muitas vezes optamos por não continuar com o mesmo trajeto. Decida-se e redefina rapidamente seus objetivos, não fique na dúvida, pois ela poderá gerar uma ansiedade prejudicial às nossas decisões de pilotagem.

Freios e pneus
Cuidado, pois o sistema de freios fica parcialmente comprometido. Existe uma boa redução da eficiência dos componentes do freio com a umidade. Por causa da água, os pneus também perdem parte de sua aderência.

Adversidades
Além dos fatores técnicos e mecânicos, a chuva gera outras condições adversas. Procure não fazer manobras ou freadas bruscas, pois o risco de derrapagem é grande. Se você sentir que a motocicleta está “dançando” um pouco na pista, diminua a velocidade, ela deverá ganhar peso e os pneus voltarão a tocar o solo com mais firmeza.

Visibilidade
Com chuva, procure pilotar de forma bem “burocrática”, ou seja, ande somente na frente e na traseira dos carros, pois dessa forma você se tornará mais visível. Lembre-se que os motoristas, por causa da cortina de água da chuva e dos vidros embaçados, também estarão com dificuldades de visão. Mantenha o farol na “luz alta” o tempo todo, isso irá melhorar um pouco sua visão, e os outros veículos também terão uma boa visibilidade da sua motocicleta. Se estiver em movimento, não ligue o pisca-alerta, esse tipo de iluminação só deve ser acionado se a moto estiver parada.

Alternância entre locais secos e molhados
Um problema muito comum, mas pouco observado e identificado pela maioria dos motociclistas é a alternância entre locais secos e molhados. Fator que ocorre em virtude dos viadutos, das árvores e de marquises avançadas. Esse fenômeno gera uma deficiência da pilotagem. Instintivamente, o piloto acredita que se encontra em um piso com determinada característica, e sem que ele perceba, esse padrão de umidade muda bruscamente e compromete toda a segurança.

Perigos escondidos
Outro problema muito comum em dias de chuvas intensas é que em determinados locais a água sobe mais que o nível do solo e acaba escondendo grandes buracos, que são verdadeiras armadilhas para as motocicletas. Para evitar esse problema, procure sempre transitar pelo local onde a maioria dos veículos e motocicletas está passando.

Capacete e viseira
Na chuva, é necessário abaixar totalmente a viseira, o que normalmente poderá embaçar. Mantenha abertas todas as entradas de ar de seu capacete. Esse é um dos motivos que justificam a utilização de equipamento de boa qualidade e com a viseira totalmente limpa e tratada com produtos antiembaçantes.

 Faixas brancas de sinalização
Um cuidado redobrado deve-se ter com as famosas faixas brancas na pista de sinalização de trânsito. Sem chuva, elas já derrubam muitos motociclistas, com temporais é praticamente impossível se manter sobre elas. Em hipótese alguma transite em alta velocidade no mesmo sentido dessas faixas, em especial nas curvas. Procure sempre cruzá-las, que é mais seguro.

Conservação e qualidade dos pneus
As chuvas são um daqueles momentos que percebemos a verdadeira importância de se adquirir pneus de boa qualidade, e também de não utilizar pneus que já atingiram seu desgaste total. Cuidado também com alguns pneus que são normalmente comercializados como “pneus de chuva”, pois na realidade não são. Estes irão dar uma falsa sensação de segurança.

Não cometa imprudências
Ninguém pode garantir uma conduta segura debaixo de chuva. Existem muitas variáveis a serem analisadas, como o tipo de motocicleta, o piso, a quantidade de água, as condições locais, a forma de condução, entre outras. Se você perceber que sua guerreira não responde perfeitamente aos seus comandos ou se sente inseguro, não pense duas vezes, pare imediatamente, ligue o pisca-alerta, e aguarde a situação do tempo melhorar.

Texto: Tomás André Santos – tasmotos

Dica: Não troque o pneu da moto na véspera da viagem

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ATENÇÃO:

Não troque o pneu da moto na véspera da viagem

Já escutei diversos relatos de motociclistas, que saíram de viagem, e tiveram problemas com os pneus novos recém trocados.

A troca do pneu da motocicleta envolve muitos aspectos importantes que devem ser observados, como:

1 – Adaptação ao novo pneu colocado:

Quando o novo pneu colocado não é da mesma marca ou do mesmo modelo do pneu que anteriormente estava na motocicleta, o motociclista necessitara de um tempo para acostumar-se com o mesmo.

2 – Qualidade do pneu colocado:

O pneu recém colocado pode vir com defeito de fabricação, esse defeito pode comprometer sua eficiência e segurança, ou então pode ocasionar vazamentos de ar.

3 – Qualidade do serviço de montagem do Pneu:

É comum ocorrerem falhas na montagem dos pneus, que poderão também ocasionar vazamentos de ar.

4 – Serviço de balanceamento das Rodas:

O balanceamento de rodas é outro serviço que também deve ser bem testado, pois se não for bem feito poderá comprometer a pilotagem.

IMPORTANTE:

Dessa forma o correto é fazer a troca do pneu no mínimo entre uma semana a quinze dias antes da viagem. É aconselhável também fazer um teste em rodovia para ver se a montagem do novo pneu ficou perfeita.

Lembre-se que se ocorrer problemas na viagem você poderá perder horas ou até dias em sua viagem com problemas gerados na troca dos pneus.

Se possível, após a troca dos pneus, antes da viagem, faça uma lavagem detalhada em sua motocicleta, essa atividade servira como uma inspeção na moto. Não se esqueça também de renovar a lubrificação dos cabos e da corrente de transmissão.

Boa Viagem

Abraços,

Tomás

Aprenda a lavar sua moto

A reportagem do programa Auto Esporte, ensina e da dicas para o pessoal que gosta de lavar sua moto.

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