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Notícias do mundo as motocicletas.

Jorge Lorenzo domina prova em Le Mans e reassume a liderança

O espanhol Jorge Lorenzo, da Yamaha, liderou de ponta a ponta a prova no circuito de Le Mans, na França, pela quarta etapa do Mundial de Motovelocidade, neste domingo, e reassumiu a liderança do campeonato. Outro que se destacou foi o heptacampeão Valentino Rossi, da Ducati, que superou Casey Stoner no fim, terminou em segundo e retornou ao pódio após jejum de 16 provas.

Stoner, que anunciou sua aposentadoria na última quinta-feira, perdeu a liderança na classificação geral para Lorenzo. A desvantagem entre os dois rivais no campeonato agora é de oito pontos (90 a 82). Dani Pedrosa é o terceiro colocado, com 65. Rossi é o sexto, com 42.

Com chuva no início da prova, Jorge Lorenzo ultrapassou Casey Stoner e o pole Dani Pedrosa logo na primeira volta e abriu vantagem para os rivais. Valenti Rossi, que saiu no pelotão intermediário, assumiu a terceira posição na volta 3. Pedrosa caiu de rendimento, foi para o sexto lugar e ficou atrás de Andrea Dovizioso e Cal Crutchlow. Com o espanhol liderando com certa folga, Stoner precisou segurar Rossi e os outros rivais, que brigavam pela terceira posição.

Rossi encostou em Stoner e os dois passaram a travar um duelo na pista. Na última volta, Rossi conseguiu uma ultrapassagem sobre o australiano e garantiu a segunda colocação da prova. Dani Pedrosa aproveitou escapada de Dovizioso para passar em quarta. Enquanto isso, Lorenzo cruzou a linha de chegada com quase 10 segundos de vantagem sobre Rossi.

Completando as primeiras colocações, ficaram o alemão Stefan Bradl, em quinto, seguido por Nicky Hayden; Andrea Dovizioso; Cal Crutchlow e Héctor Barberá.

A próxima prova da Moto GP será na Catalunha, no dia 3 de junho.

Classificação geral em Le Mans:
1º. Jorge Lorenzo (ESP/Yamaha), 28 voltas em 49m39s743
2º. Valentino Rossi (ITA/Ducati), a 9s905
3º. Casey Stoner (AUS/Honda), a 11s298
4º. Dani Pedrosa (ESP/Honda), a 29s361
5º. Stefan Bradl (ALE/LCR Honda), a 32s477
6º. Nicky Hayden (EUA/Ducati), a 32s842
7º. Andrea Dovizioso (ITA/Tech 3 Yamaha), a 59s759
8º. Cal Crutchlow (ING/Tech 3 Yamaha), a 1m05s152
9º. Héctor Barberá (ESP/Pramac Ducati), a 1m07s846
10º. Álvaro Bautista (ESP/Gresini Honda), a 1m13s193
11º. James Ellison (ING/Paul Bird ART-Aprilia), a 1m26s663
12º. Mattia Pasini (ITA/Speed Master ART-Aprilia), a 1m27s633
13º. Aleix Espargaró (ESP/Aspar ART-Aprilia), a 1 volta
14º. Michele Pirro (ITA/Gresini FTR-Honda), a 1 volta
15º. Yonny Hernández (COL/Avintia FTR-Kawasaki), a 1 volta
16º. Ben Spies (EUA/Yamaha), a 1 volta
17º. Chris Vermeulen (AUS/Forward Suter-BMW), a 2 voltas
18º. Iván Silva (ESP/Avintia Inmotec-Kawasaki), a 2 voltas

Fonte: SporTV

Entenda e veja como deve ficar Interlagos a partir de 2013

A construção da nova área de boxes para 2013 no padrão internacional na Reta Oposta do autódromo de Interlagos muda todo o eixo de concentração do circuito nas corridas, especialmente na F-1. A largada, a torre de controle e até o pódio não serão mais na atual Reta dos Boxes, pelo projeto apresentado pela SPTuris, administradora do local, com a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), nesta quarta-feira.

Toda a movimentação ficará concentrada no miolo onde atualmente é um matagal, do lado esquerdo da pista, observando no sentido de corrida. O paddock, área de circulação das equipes e vips, ocuparia parte do espaço que atualmente recebe um estacionamento. Até o portão principal passa da avenida Senador Teotônio Vilela, onde fica o 7, para a avenida Feliciano Correia/Estação. A intenção é privilegiar o acesso pela estação Autódromo da CPTM (Linha 9).

 Os novos boxes terão o tamanho exigido pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo), assim como a nova Torre de Controle.Segundo Everaldo Júnior, diretor de Eventos da SPTuris, “o local será funcional, sem nenhum projeto ao nível de circuitos como Dubai ou Abu Dhabi”, avisa. A reta, por exigência de segurança na saída dos boxes (que ficarão na subida do Laranjinha), pode ganhar alguns metros, mas isso ainda não está confirmado.

O atual boxe perderia os dois andares que possui (ficariam só os boxes e o mezanino) e continuaria sendo utilizado em provas nacionais. Com isso, a área de visão das arquibancadas na reta seria ampliado, inclusive, já que o setor é mais alto.

O projeto prevê a construção de arquibancadas definitivas na área entre a reta Oposta e o antigo Retão, que será transformado em uma pista de arrancadas. O desejo da SPTuris é conseguir uma arquibancada que gire de lado de acordo com o evento, já que as duas pistas são paralelas.

Nesta mesma área, junto com o lago, seriam construídos, no futuro, um parque, o Museu do Automóvel (ou da Indústria Automobilística), quadras e a área de mata seria reflorestada. No entorno do autódromo seria construído ainda uma ciclovia.

Para a construção do novo setor e da reforma da Curva do Café, a Prefeitura de São Paulo aguarda a finalização do projeto técnico (para inclusive definir o custo da obra), o que acontece até o fim de maio, para então abrir a licitação, e iniciar as obras depois do GP do Brasil deste ano, em novembro.

O projeto inteiro faz parte de um plano diretor para a região de Interlagos, que será concluído até o final do ano, para ser entregue à próxima administração, pois acontecem eleições municipais neste ano.

Texto: MILTON PAZZI JR.
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Fonte: folha.uol.com.br

BMW faz recall da esportiva S 1000 RR

A BMW Motorrad do Brasil está convocando os proprietários da motocicleta modelo BMW S 1000 RR, fabricadas entre novembro de 2011 e abril de 2012, a entrar em contato com uma concessionária autorizada para agendar a substituição dos parafusos de fixação da biela do motor.

Tal medida se dá em razão da possibilidade de falha no torqueamento do parafuso da biela, que com o motor em altas rotações, pode ocasionar seu desparafusamento e consequente  bloqueio do motor da motocicleta, podendo ocasionar danos físicos aos ocupantes.

O número de motocicletas envolvidas no Brasil é de 296 e os chassis afetados são de Z029188 a Z033278.

Os serviços poderão ser realizados a partir de 04 de junho de 2012, em qualquer concessionária BMW Motorrad autorizada. O tempo gasto na realização do serviço é de aproximadamente um dia (24 horas) e não representa qualquer custo para o cliente.

Mais informações pelo telefone 0800-707-3578, de 2ª a 6ª feira, das 7h às 19h, ou no site www.bmw-motorrad.com.br

Fonte: MOTO.com.br

WSBK: Em Monza, Team Brazil pontua novamente

O team Brazil conseguiu pela terceira vez seguida pontuar no SuperStock 1.000cc Fim Cup. A terceira etapa da competição foi no último final de semana, dia 6 de maio, em Monza, na Itália. O francês Matthieu Lussiana (#93), único estrangeiro da equipe, terminou em 13º lugar, somando três pontos. Os brasileiros Philippe Thiriet (#36) e Danilo Lewis (#17) terminaram em 16º e 20º, respectivamente.

A chuva que caiu em Monza no domingo foi o maior obstáculo enfrentado pelos pilotos, que mudaram de stratégia para a corrida. Durante a prova, a pista estava imprevisível, com partes secas e molhadas. Philippe Thiriet, escolheu pneus de chuva na frente e seco na traseira, mas cometeu alguns erros e não conseguiu acompanhar o grupo da frente. “Demorei umas três, quatro voltas para começar a pegar a confiança, mas já era tarde, pois nesse tempo tinha já cortado uma chicane e perdido contato com o grupo. Dava para buscar e foi o que fiz. Porém, mais uma vez, saí da pista e perdi mais tempo”, disse o piloto.

Em sua segunda corrida no SuperStock 1.000cc Fim Cup e pela primeira vez correndo em Monza, Danilo Lewis (#17) se manteve calmo, sem arriscar. Ao final da prova, Lewis conseguiu quatro posições em relação à sua saída do grid, e terminou a prova em 20º.

Os pilotos terão uma folga de cinco semanas e retornam às pistas no dia 10 de junho para o GP de Misano, na Itáilia.

Fotos: Divulgação

Fonte: MOTO.com.br

Motos especiais para as grandes feras das pistas

Vitórias nas pistas, um título conquistado, uma homenagem a carreira do piloto ou simplesmente um argumento a mais para a venda de um modelo de moto. Desde sempre as fábricas de motocicletas criam edições especiais para homenagear os pilotos. Giacomo Agostini, Max Biaggi, Valentino Rossi, Kenny Roberts, Stefan Everts, são alguns ídolos do motociclismo que já ganharam séries exclusivas que levavam seu nome. Mas não só eles, campeões em quatro rodas, como Nelson Piquet, Ayrton Senna, Emerson Fittipaldi e até mesmo o finlandês Kimi Raikkonen já foram imortalizados em veículos de duas rodas.

A grande maioria das séries especiais traz, além de uma roupagem e pintura diferenciadas, equipamentos exclusivos que valorizam ainda mais a motocicleta. Selecionamos 10 edições especiais para você ter na sua garagem, para acelerar ou, simplesmente, colecionar.

Yamaha YZF R1 50th Special Edition

Apesar de ter sido lançada para comemorar os 50 anos da Yamaha, em 2006, a edição especial acabou rendendo uma homenagem a Kenny Roberts, o primeiro norte-americano a conquistar um título mundial de motovelocidade nas 500cc – um não, já que Roberts pai foi tricampeão em 78, 79, 80. O modelo recebeu a tradicional pintura amarela e branca com blocos pretos – uma homenagem à roupagem das equipes Yamaha nas décadas de 1970 e 1980. Aqui há uma divergência importante. No mercado europeu, a Limited Edition se restringiu à pintura histórica, mas nos Estados Unidos, terra natal de Roberts, a versão trazia especificações dignas do Mundial de Superbike com suspensões Öhlins, rodas Marchesini, entre outros itens.

Ducati Senna 916

Antes do acidente que vitimou Ayrton Senna, em 1º de maio de 1994, a Ducati já trabalhava na produção da 916 Senna. O próprio Ayrton deu alguns pitacos para aprimorar o projeto. No final do ano, como uma homenagem, a fábrica de Borgo Panigale lançou a 916 Senna, limitada a apenas 300 unidades. A 916 Senna foi equipada com um motor de dois cilindros em “L”, com comando Desmodrômico, 916 cm³ de capacidade e alimentado por injeção eletrônica de combustível. O propulsor gerava 109 cv de potência máxima.

Honda CB 450E Nelson Piquet 

Antes de encerrar a comercialização da CB 450 Esporte em 1986, a Honda criou uma série limitada Nelson Piquet, com as cores preta, branca e amarela do Williams do tricampeão de Fórmula 1, bólido empurrado pelo motor Honda. Além do escapamento na cor preta e a roupagem especial, o modelo trazia uma pequena carenagem no farol. No restante era o mesmo motor bicilíndrico de 447 cm³, comando simples no cabeçote e 43,3 cavalos de potência máxima. Não era muito, mas era o que tinha na época.

Honda CBR 600RR HANNspree Ten Kate

Os cinco títulos consecutivos da Honda CBR 600RR no Campeonato Mundial de Supersport entre 2003 e 2007 mereciam uma comemoração. Mas a Honda até que foi tímida lançando apenas uma réplica da moto do turco Kenan Sofuoglu em 2008. Afinal Sofuoglu tinha sido campeão com três provas de antecipação e merecia mais. O modelo tinha apenas a cor branca com os grafismos em verde e preto da equipe. Nenhuma outra especificação especial e nem uma apimentada no motor de quatro cilindros em linha e 120 cavalos de potência máxima.

Aprilia RSV4 Biaggi Replica

Já na segunda temporada de retorno ao Campeonato Mundial de Superbike com a RSV4, a Aprilia sagrou-se campeã nas mãos do também italiano Max Biaggi, em 2010. Confiante no motor V4 inclinado a 65° e em toda eletrônica embarcada da motocicleta, a Aprilia já lançou em meados de 2010 uma réplica do modelo, exclusivamente para a pista. Com 200 cavalos de potência máxima, cerca de 20 cv a mais do que a versão de rua, a RSV4 Biaggi Replica trazia os mesmos grafismos da moto do italiano e especificações que a deixavam pronta para entrar na pista. Tanta exclusividade e tecnologia tinham um preço: 50.000 Euros, cerca de R$ 127.000.

MV Agusta F4 Ago

Depois de anos apostando na mítica capacidade cúbica de 750cc, a MV Agusta lançou a F4 1000 em 2005. Para celebrar o lançamento criou a versão AGO, em homenagem a Giacomo Agostini, limitada a 300 unidades. Agostini é o maior campeão mundial de motovelocidade com 15 títulos em diversas categorias. Apelidado de Ago, o italiano imortalizou-se a bordo das MV Agusta. Apesar do proeminente número 1 na carenagem da moto, o modelo não trazia nenhuma especificação diferenciada. Entretanto, a F4 Ago saía de fábrica com um potente motor de quatro cilindros em linha, 166 cavalos de potência e 16 válvulas radiais, como as utilizadas nos motores de Formula 1.

Kawasaki ZX-10R Emerson Fittipaldi

Para comemorar os 40 anos do primeiro título mundial de F1, o bicampeão mundial e concessionário Kawasaki, Emerson Fittipaldi decidiu criar uma edição limitada e exclusiva da superesportiva ZX-10R. Exposta no estande da Kawasaki no Salão Duas Rodas 2011, a moto teve toda sua parte estética inspirada na Lotus John Player Special, de 1972, com a qual Fittipaldi conquistou seu primeiro campeonato de F1. Toda preta e dourada, a série foi limitada a apenas 50 unidades.

A “World Champion Edition”, como foi batizada, traz faixas douradas na carenagem lateral que lembram muito os circuitos utilizados na F1. Na lateral ainda há a assinatura “Fittipaldi”. Além disso, a moto tem as pinças de freio pintadas em vermelho, assento em couro bege, que confere um certo ar retro. Pedaleiras e rodas também foram pintadas de dourado. Cada exemplar traz a assinatura do campeão no tanque de gasolina. “O resultado ficou acima de minhas expectativas. Um exemplar, a de número sete já esta reservado, para mim”, revela.

Yamaha Stefan Everts DT125R

Para celebrar o bem sucedido relacionamento entre a Yamaha e o piloto belga Stefan Everts, a marca lançou na Europa em 2006 uma pequena DT 125R com grafismos que remetiam à moto de Everts, numeral 72. Além disso, trazia banco bicolor e adesivos exclusivos. Equipada com um pequeno motor de 125cc, dois tempos de 15 cv, a DT 125R Stefan Everts nem podia ser comparada à YZ 450F com a qual Everts ganhou alguns de seus 10 títulos mundiais de motocross.

Ducati Bayliss 1098 R

Depois de conquistar três títulos mundiais de Superbike com a Ducati, o último em 2008, o australiano Troy Bayliss decidiu se aposentar. Para homenageá-lo pelos bons serviços prestados, a Ducati lançou a Bayliss Edition baseada na 1098R, o modelo mais Racing da superesportiva italiana. Equipada com o motor de dois cilindros em “V” a 90° e 1099 cm³ que produzia 180 cv, a versão “R” já saía de fábrica com suspensões Öhlins com especificações de pista. A edição limitada ganhou ainda uma pintura especial. Além da bandeira da Austrália, alusiva à origem de Troy Bayliss, trazia ainda o numeral “21”, imortalizado pelo piloto australiano.

Iceman Bike

Depois de garantir o título Mundial de Formula 1 em 2007, o finlandês Kimi Raikkonen, fã de motocicletas, ganhou de presente uma verdadeira peça de colecionador: a Iceman Bike, que ganhou esse nome inspirado no apelido do piloto em função de seu comportamento “gelado”. Totalmente projetada pela Walz Hardcore Cycles, uma empresa de personalização de motos situada na Alemanha, o modelo era equipado com uma série de detalhes exclusivos, como protetor do filtro de ar em fibra de carbono e o assento estampado com o nome da moto, a Iceman foi desenvolvida ao longo de quase 12 meses de muito trabalho.

Equipada com um motor V2 Twin Cam da Harley-Davidson aumentado para 1800 cm³ que produz cerca de 120 cv de potência, a Iceman não é exatamente uma série especial. É mais que isso. Foi uma moto única e exclusiva para o homem de gelo.

Fotos: Divulgação

Fonte: MOTO.com.br

Qual o som de um sistema completo Termignoni na Panigale?

Talvez seja este o vídeo que qualquer “ducatista” estivesse à procura para completar a sua coleção sobre a nova Ducati 1199 Panigale: como é que soa o motor quando lhe adicionamos um sistema completo de competição, cortesia dos especialistas Termignoni?

Bom, agora, graças a concessionária da marca italiana Ducati Porto Pompone, já podem saber como é que a nova Panigale na versão S fica com este sistema completo! A moto que aparece no vídeo é a utilizada pelo piloto Filipe Costa na categoria de Superbikes.

O vídeo é da autoria de Tomé Matos, membro da equipe de competição Pompone Squadra.

Veja o vídeo da 1199 Panigale S equipada com sistema completo da Termignoni da equipe Ducati Porto Pompone Squadra.

DANILO ANDRIC TEM 2ª VITÓRIA CONSECUTIVA NA SUPERBIKE E ASSUME A LIDERANÇA NO CAMPEONATO

A 4ª etapa do Mobil Pirelli SuperBike começa com tudo. Danilo Andric, #64, da equipe Limited MotorSports, largou muito bem garantindo a ponta e a vitória desde a primeira volta. Pierre Chofard, #22, da equipe Pitico Racing, colou em Andric durante toda a corrida, forçando a cada volta. Diego Faustino, #68, da equipe Spiga Racing, correu atrás e assumiu a segunda posição na sétima volta, mas em seguida sofreu uma queda e ficou fora da disputa. Chofard reassumiu e fechou a prova com o segundo lugar.

O terceiro colocado foi Alan Douglas, #78, também da equipe Pitico Racing.
Outra bela briga foi a da quarta posição, os pilotos, Alecsandre de Grandi, o Doca, #90, da equipe Team de Grandi Bardahl, Diego Pretel, #88, da equipe Alpha Racing Brasil by Motonil, Maico Teixeira, #36, Honda Racing, e Bruno Silva, #18, da equipe Target Race SuperBike Team, trocaram constantemente de posição, mas Doca acelerou mais, e garantiu o quarto lugar. Logo em seguida, a quinta vaga do podium ficou com Bruno Silva. Mesmo fora da disputa, Faustino fechou a melhor volta da corrida com 1:40.321.Com uma média de 154km/h os pilotos brigaram por posições levando os expectadores do evento a loucura. A experiência de cada um é o diferencial para um espetáculo inesquecível.

Outros destaques da prova foram Bruno Corano, #34, da Desodorante Gillette Monster Energy Kawasaki SuperBike Team, que fez ajustes importantes na moto no fim de semana terminou a prova em sexto. Maico Teixeira, #36, da equipe Honda Racing, que ficou o tempo todo no meio do pelotão principal, terminou a prova em sétimo. Diego Pretel, #88, da Alpha Racing Brasil By Motonil concluiu a prova em oitavo lugar. José Luiz, o Cachorrão, #51, da Honda Racing, chegou em nono, e Wesley Gutierez, #47, da Alemão Pneus, fechou os dez primeiros pilotos da SuperBike.

Stoner líder do campeonato com vitória em Estoril

Os pilotos da Repsol Honda Team Dani Pedrosa e Stoner ofereceram um espectáculo emocionante desde o princípio, disputando volta a volta, com Stoner. Jorge Lorenzo, da Factory Yamaha Team, aproveitou para escalar para segundo e perseguir o australiano, que rapidamente se distanciou.

O companheiro de equipe de Lorenzo, Spies, que estivera em quarto, saiu da trajectória e caiu para sétimo, seguido de perto por Valentino Rossi, da Ducati Team. Entretanto, decorridas quatro voltas, Andrea Dovizioso ((Monster Yamaha Tech 3) ultrapassou o seu companheiro de equipa Cal Crutchlow, posicionando-se provisoriamente em quarto, atrás de Pedrosa.

A 21 voltas do fim, Lorenzo e Pedrosa aproximavam-se perigosamente do líder Stoner, com uma diferença de menos de um segundo. Na mesma volta, Crutchlow saiu da trajectória na Curva 1 ao tentar ultrapassar o seu companheiro de equipa italiano, mas conseguiu regressar à posição, prosseguindo a batalha pelo quarto lugar.

A 16 voltas do fim, Mattia Pasini da Speed Masters CRT sofreu uma queda ao perder a dianteira da sua ART. Simultaneamente, Iván Silva retirou-se quando as dores resultantes da colisão no warm-up desta manhã se tornaram insuportáveis.

A meio da corrida, Lorenzo estreitava a distância com Stoner, enquanto o seu companheiro da Yamaha ultrapassava Stefan Bradl (LCR Honda MotoGP) para o oitavo lugar. O dia da Avintia Blusens não correu pelo melhor. Yonny Hernandez caiu a 11 voltas do fim, mas escapou ileso.

O difícil começo de temporada da Paul Bird Motorsport parece perpetuar-se, com o britânico James Ellison a voltar às boxes, a nove voltas do fim, com problemas mecânicos na ART. Karel Abraham (Cardion AB Racing) sofreu uma queda a cinco voltas do fim, sendo este o terceiro Grande Prémio consecutivo que não consegue completar.

Com o final da batalha entre os pilotos da Monster Yamaha Tech 3 a aquecer, Crutchlow, ao tentar desesperadamente ultrapassar o italiano, alargou mais uma vez a trajectória. Mais atrás, Bradl chegava outra vez a oitavo à custa de Spies, que reagiria imediatamente

Três voltas antes do fim, quando Lorenzo parecia alcançar Stoner, o australiano meteu prego a fundo e voltou a alargar a distância para mais de um segundo. No final, foi Stoner o primeiro a ver a bandeira de xadrez, seguido de Lorenzo e Pedrosa. Stoner tem agora uma vitória em cada uma das pistas do calendário de Moto GP na categoria rainha.

Andrea Dovizioso aguentou a pegada de Crutchlow e acabou em quarto, pela primeira vez à frente do seu companheiro de equipe nesta temporada. Álvaro Bautista (San Carlo Honda Gresini) fez uma sólida exibição ao manter-se em sexto do princípio ao fim. Em sétimo, Valentino Rossi fez a melhor prova da temporada, batendo Ben Spies da Yamaha, que não recuperou do arranque difícil. Stefan Bradl da LCR terminou em nono, enquanto Héctor Barberá (Pramac Racing) fechou o Top 10. Espargaró, da Electronics Aspar, conquistou o melhor posto de CRT pela segunda prova seguida.

Fonte: Motogp.com

Pos. Pontos Num. Piloto Equipe Moto Km/h Hora/Dif.
1 25 1 Casey STONER AUS Repsol Honda Team Honda 154,0 45’37.513
2 20 99 Jorge LORENZO SPA Yamaha Factory Racing Yamaha 153,9 +1.421
3 16 26 Dani PEDROSA SPA Repsol Honda Team Honda 153,8 +3.621
4 13 4 Andrea DOVIZIOSO ITA Monster Yamaha Tech 3 Yamaha 153,2 +13.846
5 11 35 Cal CRUTCHLOW GBR Monster Yamaha Tech 3 Yamaha 153,1 +16.690
6 10 19 Alvaro BAUTISTA SPA San Carlo Honda Gresini Honda 152,8 +21.884
7 9 46 Valentino ROSSI ITA Ducati Team Ducati 152,5 +26.797
8 8 11 Ben SPIES USA Yamaha Factory Racing Yamaha 152,1 +33.262
9 7 6 Stefan BRADL GER LCR Honda MotoGP Honda 152,0 +35.867
10 6 8 Hector BARBERA SPA Pramac Racing Team Ducati 151,0 +53.363
11 5 69 Nicky HAYDEN USA Ducati Team Ducati 150,5 +1’02.630
12 4 41 Aleix ESPARGARO SPA Power Electronics Aspar ART 149,6 +1’20.736
13 3 14 Randy DE PUNIET FRA Power Electronics Aspar ART 149,4 +1’23.483
14 2 51 Michele PIRRO ITA San Carlo Honda Gresini FTR 148,7 +1’37.905
15 1 9 Danilo PETRUCCI ITA Came IodaRacing Project Ioda 147,2 1 Volt

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