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Jorge Lorenzo domina prova em Le Mans e reassume a liderança

O espanhol Jorge Lorenzo, da Yamaha, liderou de ponta a ponta a prova no circuito de Le Mans, na França, pela quarta etapa do Mundial de Motovelocidade, neste domingo, e reassumiu a liderança do campeonato. Outro que se destacou foi o heptacampeão Valentino Rossi, da Ducati, que superou Casey Stoner no fim, terminou em segundo e retornou ao pódio após jejum de 16 provas.

Stoner, que anunciou sua aposentadoria na última quinta-feira, perdeu a liderança na classificação geral para Lorenzo. A desvantagem entre os dois rivais no campeonato agora é de oito pontos (90 a 82). Dani Pedrosa é o terceiro colocado, com 65. Rossi é o sexto, com 42.

Com chuva no início da prova, Jorge Lorenzo ultrapassou Casey Stoner e o pole Dani Pedrosa logo na primeira volta e abriu vantagem para os rivais. Valenti Rossi, que saiu no pelotão intermediário, assumiu a terceira posição na volta 3. Pedrosa caiu de rendimento, foi para o sexto lugar e ficou atrás de Andrea Dovizioso e Cal Crutchlow. Com o espanhol liderando com certa folga, Stoner precisou segurar Rossi e os outros rivais, que brigavam pela terceira posição.

Rossi encostou em Stoner e os dois passaram a travar um duelo na pista. Na última volta, Rossi conseguiu uma ultrapassagem sobre o australiano e garantiu a segunda colocação da prova. Dani Pedrosa aproveitou escapada de Dovizioso para passar em quarta. Enquanto isso, Lorenzo cruzou a linha de chegada com quase 10 segundos de vantagem sobre Rossi.

Completando as primeiras colocações, ficaram o alemão Stefan Bradl, em quinto, seguido por Nicky Hayden; Andrea Dovizioso; Cal Crutchlow e Héctor Barberá.

A próxima prova da Moto GP será na Catalunha, no dia 3 de junho.

Classificação geral em Le Mans:
1º. Jorge Lorenzo (ESP/Yamaha), 28 voltas em 49m39s743
2º. Valentino Rossi (ITA/Ducati), a 9s905
3º. Casey Stoner (AUS/Honda), a 11s298
4º. Dani Pedrosa (ESP/Honda), a 29s361
5º. Stefan Bradl (ALE/LCR Honda), a 32s477
6º. Nicky Hayden (EUA/Ducati), a 32s842
7º. Andrea Dovizioso (ITA/Tech 3 Yamaha), a 59s759
8º. Cal Crutchlow (ING/Tech 3 Yamaha), a 1m05s152
9º. Héctor Barberá (ESP/Pramac Ducati), a 1m07s846
10º. Álvaro Bautista (ESP/Gresini Honda), a 1m13s193
11º. James Ellison (ING/Paul Bird ART-Aprilia), a 1m26s663
12º. Mattia Pasini (ITA/Speed Master ART-Aprilia), a 1m27s633
13º. Aleix Espargaró (ESP/Aspar ART-Aprilia), a 1 volta
14º. Michele Pirro (ITA/Gresini FTR-Honda), a 1 volta
15º. Yonny Hernández (COL/Avintia FTR-Kawasaki), a 1 volta
16º. Ben Spies (EUA/Yamaha), a 1 volta
17º. Chris Vermeulen (AUS/Forward Suter-BMW), a 2 voltas
18º. Iván Silva (ESP/Avintia Inmotec-Kawasaki), a 2 voltas

Fonte: SporTV

MotoGP: terceira etapa acontece no GP de Portugal

Com as três corridas disputadas até o último metro, os pilotos têm apenas quatro dias para recuperar antes de avaliarem as suas máquinas na pista do Estoril, que combina uma longa reta com algumas curvas muito exigentes para os pneus, zonas de fortes frenagens e uma chicane complicada. Como se não bastassem estes desafios, pilotos e equipes esperam contar com melhores condições climáticas que as da etapa espanhola, que ofereceu condições de pista diferentes em quase todas as sessões.

O líder do Campeonato Jorge Lorenzo, que venceu por três vezes consecutivas no circuito luso entre 2008 e 2010, vai tentar repetir o mesmo nível de forma aos comandos da sua máquina da Yamaha Factory Racing enquanto tenta defender-se dos ataques da dupla da Repsol Honda, Casey Stoner e Dani Pedrosa.

Para Stoner, que venceu no domingo passado em Jerez com curta margem sobre Lorenzo, esta é agora a única  pista do atual calendário de MotoGP onde nunca venceu na categoria rainha. Além de querer fazer o pleno, tirar a liderança do campeonato ao seu rival da Yamaha será o principal ponto na agenda do australiano. O companheiro de equipa Dani Pedrosa venceu no Estoril no ano passado, à frente de Lorenzo e Stoner. Apesar de não ter rodado com a dupla da frente em Jerez, Pedrosa parece estar em boa forma e deverá ser um nome a ter em conta.

Cal Crutchlow, da Monster Yamaha Tech3, que continua a ser a revelação da época depois de quase ter levado a melhor sobre Pedrosa na Espanha, vai tentar assinar o primeiro pódio da carreira na categoria rainha. Reservado em relação às suas prestações até ao momento, o britânico deverá estar claramente motivado depois da sua mais recentes prestação. O seu companheiro de equipa, o italiano Andrea Dovizioso, ainda está tentando domar a Yamaha, mesmo assim deverá estar motivado pelo quarto lugar conquistado no ano passado na pista portuguesa.

O companheiro de equipa de Lorenzo, Ben Spies, que teve duas complicadas primeiras rodadas, não vai querer terminar como último piloto Yamaha pela terceira vez e está determinado a responder na próxima corrida, isto depois de se ter mostrado promissor na pré-temporada aos comandos da sua moto.

Álvaro Bautista, da San Carlo Honda Gresini, e Stefan Bradl, da LCR Honda MotoGP, foram consistentemente rápidos aos comandos das suas Hondas satélite nas duas primeira jornadas da época. No ano passado por esta altura Bautista ainda estava se recuperando da fratura no fêmur e terminou em último, enquanto Bradl venceu a corrida de Moto2.

A dupla da Ducati Team, composta por Valentino Rossi e Nicky Hayden, não teve início de época fácil, mas está motivada por alguns laivos de esperança em Jerez; Hayden levou a sua Ducati à primeira linha do grid, e Rossi descobriu alguma boa forma no molhado. O desgaste dos pneus e o comportamento continuam a ser problemas, mas a equipe sente que está agora a caminha na direção certa.

Héctor Barberá, da Pramac Team, que lutou com Rossi nas duas primeiras etapas do ano, vai tentar bater o italiano em Portugal. O segundo piloto satélite da Ducati, Karel Abraham (Cardion AB Motoracing) teve um início de temporada desapontante e vai tentar tudo para inverter a sorte neste fim de semana.

A nova categoria Claiming Rule Teams (CRT) não teve vida fácil em Jerez, tendo de se adaptar a condições climáticas instáveis e condições de pista complicadas com poucos dados do traçado. A etapa que surge agora pela frente não deverá ser muito mais fácil, já que o Estoril é uma pista reconhecida por dificuldades de afinação devido à sua natureza variada. Aleix Espargaró, da Power Electronics Aspar, foi o melhor piloto CRT do último fim-de-semana, depois do seu companheiro de equipa Randy de Puniet ter desistido perto do final.

James Ellison, da Paul Bird Motorsport, e Michele Pirro, da San Carlo Honda Gresini, tiveram igual sorte, enquanto Danilo Petrucci, da Came IodaRacing Project, assinou positivo 13º lugar para a sua equipe. A juntar-se a eles estará Mattia Pasini, da Speed Master, Colin Edwards, da NGM Mobile Forward Racing, bem como a dupla da Avintia Blusens, Yonny Hernandez e Iván Silva, todos eles voltarão a lutar pela melhor posição entre as CRT.

A corrida será transmitida ao vivo no canal por assinatura SporTV, no domingo, 6/5, a partir das 07:20 horas com as categorias Moto3, Moto2 e MotoGP.

Foto: Divulgação

Fonte: MOTO.com.br

Valentino Rossi compete em Monza com uma Ferrari 458 Italia

O piloto italiano de motovelocidade, Valentino Rossi, vai para as pistas de uma forma inusitada. Acostumado a pilotar motos a mais de 300km/h e ter semi-guidões em suas mãos, agora o campeão do mundo vai mostrar suas capacidades pilotando um carro na ronda de Monza da Blancpain Endurance Series neste fim de semana, 15/4.

Valentino Rossi vai pilotar nada menos que uma Ferrari 458 Itália da Kessel Racing Team e terá na sua equipe a companhia do seu amigo e assistente de longa data Uccio Salucci.

Em sua última apresentação, Valentino Rossi, ficou em terceiro na sua categoria e 11º na classificação geral nas Seis Horas de Vallelunga em 2009, pilotando uma Ferrari F430 GT3, também da Kessel Racing Team.

O piloto da Ducati e seus adversários irão participar dos treinos livres e pré-qualificação na sexta-feira, 13/4. No sábado, 14/4 acontecerá a qualificação oficial e no domingo (15/4) será a corrida de 3 horas. Caso Valentino Rossi se de bem pilotando um carro, vai ser difícil para ele aguentar as cobranças dos fãs e da própria equipe após esta competição, já que nos últimos tempos o campeão não anda nada bem.

Foto: Divulgação

Fonte: Equipe MOTO.com.br

MotoGP: Insatisfeito, Valentino Rossi critica Ducati

O Heptacampeão mundial do MotoGP, Valentino Rossi, insatisfeito com a 10ª colocação obtida no Circuito Internacional de Losail, na abertura do campeonato no Qatar, fez duras críticas a Ducati.

“Não posso pilotar  esta moto, não posso fazer a diferença, não posso sequer acompanhar o ritmo de Hayden (Nick Hayden, companheiro de equipe), a quem eu costumava ser mais rápido. Na teoria, com pneus novos eu deveria ser mais rápido. Nicky conseguiu fazer uma boa corrida com a Ducati, mas ele terminou apenas em sexto” – Afirmou o campeão.

Valentino Rossi também teme que a equipe tenha resultados ainda piores que os obtidos na última temporada, quando a equipe terminou na sétima posição e com o piloto italiano subindo apenas uma única vez em todo campeonato. Bem diferente daquilo que Valentino Rossi está acostumado.

Foto: Divulgação

Fonte: MOTO.com.br

MotoGP: Dani Pedrosa é preso por participar de fraude

As vésperas do início da temporada 2012 da MotoGP, Dani Pedrosa, duas vezes vice campeão da competição foi preso e solto no sábado 31/03,  em Valência na Espanha. Ele foi acusado de envolvimento em uma falsificação no exame de habilitação para carta náutica.

O espanhol de 26 anos, uma das estrelas da MotoGP, foi preso com mais 20 pessoas pela guarda civil,  prestou depoimento sobre o fato e foi liberado. O caso corre em segredo de justiça.

Em comunicado emitido pelo seu advogado, o piloto confessou que cometeu um erro. “Quero pedir desculpas publicamente aos meus fãs e a todos os que confiam em mim. Agora, quero olhar para frente e focar, única e exclusivamente, no campeonato. Tive uma lição com este erro e desejo deixar este assunto no passado”

Dani Pedrosa é um dos candidatos ao título da MotoGP que se iniciou neste domingo dia 8/04 com o GP do Catar. Ele já foi campeão mundial por duas vezes na categoria 250cc e também uma na categoria 125cc, em 2003.

Foto: Divulgação

Fonte: MOTO.com.br

Conheça o Oakley Holbrook, da linha VR46

   

O piloto Valentino Rossi é o novo embaixador da marca de óculos Oakley, com foco no mercado italiano e espanhol. Valentino atuou muito próximo aos designers da Oakley para desenvolver sua própria linha de óculos, que será chamada VR46 Holbrook.

Tecnologia,  ambição e inovação, foram as três caracteristícas da marca que mais chamaram atenção de Rossi. Já a Oakley, admira a adrenalima e o desempenho ao limite das motos do piloto.

“A sede de Valentino Rossi para a adrenalina se encaixa a marca Oakley perfeitamente “, disse Scott Bowers, vice-presidente sênior de Marketing Global e Desenvolvimento de Marca da Oakley.” Ele continuamente empurra para o limite de desempenho, e ele respeita o fato de que ganhamos a nossa autenticidade, fazendo o mesmo. Em todos os esportes que exigem a melhor visão possível, os atletas de classe mundial depende de óculos Oakley para o máximo em desempenho e proteção. Valentino respeita e aprecia o fato. Além de seus sucessos recorde, ele é conhecido por sua natureza de saída, e um estilo Oakley fala de sua personalidade única. Estamos honrados que ele tenha se juntado a nós para servir como embaixadora da marca “, conclui Bowers.

Jornalistas de televisão referem-se a Rossi como “The Greatest of All Time”. Ele é conhecido por colocar impossivelmente altas expectativas sobre si mesmo, assim como o seu equipamento. “Optei por trabalhar com a Oakley, porque eles partilham a minha natureza ambiciosa”, disse Rossi. “O foco em tecnologia e inovação é o que faz com que a qualidade dos produtos da Oakley tão excepcional.”

O modelo escolhido por Valentino Rossi é o óculos Oakley Holbrook. Ele trabalhou junto com designers da empresa para desenvolver sua própria versão do estilo clássico, que carrega a assinatura VR46 Holbrook. Como embaixador da marca, Rossi será o rosto da campanha da empresa na Itália e na Espanha.

        

Rossi tem nove Grand Prix World Championships em seu nome, um registro de sete dos quais na categoria rainha. Ele consolidou seu status como um ícone de moto com mais de cem vitórias na carreira até agora. Atualmente, ele detém o recorde de 79 vitórias em 500cc/MotoGP.

Aonde comprar?

Voce encontra o Óculos Oakley Holbrook – VR46 (OFICIAL) na loja Grid Motors, acesse agora(www.gridmotors.com.br) .

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MotoGP: Testes deixam Stoner e Pedrosa satisfeitos

Em Jerez, autódromo da Espanha, os pilotos da Equipe Repsol Honda obtiveram bons resultados nos três dias que estiveram em testes neste último domingo, 25/03. O piloto Casey Stoner ficou no topo com uma marca de 1m38,780s, enquanto Dani Pedrosa ficou em terceiro com 1m39,157s.

Os dois pilotos tiveram uma longa manhã, acertando as motos  junto à equipe. Dani Pedrosa realizou simulações de corridas, ao longo de 27 voltas, e terminou contente com o desempenho apresentado pela moto. Casey Stoner também conseguiu ótimos resultados ao longo das 12 voltas.

Os testes em Jerez acabaram, mas os pilotos da Repsol Honda se encontram na pista novamente no dia 5 de abril, na primeira sessão de treinos  no circuito internacional de Losail, no Grand Prix do Qatar.

Casey Stoner:
“Hoje ficámos muito contentes com os tempos por volta, mas penso que podemos melhorar a moto ainda um pouco mais antes de corrermos aqui. Seja como for, sentimos que fizemos alguns progressos numa pista como esta. Perto do final do dia tivemos algumas vibrações, mas temos uma ideia do que o causou e não foi o mesmo que em Sepang. Fizemos muitas voltas e um treino longo para compreendermos melhor o consumo de combustível e coisas como essas, no geral estamos contentes com a forma como todo o teste correu. Agora podemos correr, que é o que mais gosto.”

Dani Pedrosa:
“De manhã trabalhámos muito no chassis para prepararmos a simulação de corrida. Mas quando estávamos prontos tivemos de parar duas vezes no box por causa de um problema com o travão traseiro. Finalmente, na terceira saída, consegui. Fiz a distância da corrida, 27 voltas, e estou muito contente com o resultado, os tempos por volta foram muito bons, apesar da tarde ter tido muita ventania. Também foi um bom treino físico para mim. De forma geral penso que fizemos uma boa pré-temporada, só temos que melhorar um pouco mais a frenagem e entrada em curva… Seria uma ajuda para a primeira corrida do ano.”

Fotos: Divulgação

Fonte: Equipe MOTO.com.br

MotoGP: Uma moto por piloto e límite de 5 motores para MotoGP 2013

Mudanças importantes foram prometidas nas regras da MotoGP para a temporada de 2013 e a primeira reunião de 2012 sobre o assunto entre a Dorna e a MSMA (os fabricantes) foi suculento sobre isso. O cavalo de batalha é a redução de custos e, em uma conversa com o Carmelo Ezpeleta a mídia confirmou que os fabricantes acordaram que cada um tem apenas uma moto para cada GP. Regra que já ocorre na Moto2, Moto3 e até mesmo SBK.

A outra mudança seria limitar em motores, o que passara de 6 para 5 motores, com a possibilidade de acessar o mecanismo de regras CRT. Este é apenas o começo e que a Dorna propôs também um numero limitado de mecânicos por pilotos.
Nada transpirou reformas mais profundas como o único limite rev ECU, mas eventualmente terão de ser abordadas. Tudo para garantir uma maior igualdade na competição em tempos de crise.

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